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Claudio Gonçalvess
16 de setembro de 2008

MOVIMENTAÇÃO NO MERCADO FINACEIRO INTERNACIONAL TEM EFEITO NO MERCADO BRASILEIRO E, TAXAS DE JUROS VÃO PARA QUASE 2% AO MES.

A alta repentina do dolar americano, a queda de preço no barril de petroleo, a elevação da taxa Selic e a quebra do Lehman Brothers, não haveriam de deixar em branco aquela tradicional mechidinha no bolso do brasileiro.

A taxa de juros aplicada nos financiamentos de bens.

Na hora da compra a praso é o momento que a aplicação da taxa de financiamento entra em ação; ela eleva o valor final do bem financiado com um calculo estabelecido em 1,62%, ao mes ;ou seja, elevava, pois; agora a elevação ficou um tanto maior. A partir do fechamento das operações bancarias hontem, 16, esse indice mensal foi elevado ao patamar de 1,85% ao mes, causando uma diferença ainda maior no preço final a pagar por financiamento de bem a curto, medio e longo praso. thumbnail

Expecialistas finaceiros defendem a ideia de aumentos de menor magnitude, ja que a inflação perdeu forças e nos induz a pensar que chegaremos ao final deste ano abaixo do teto da meta de 6.5%. Em fim, o financiamento fechado hoje,17, tera uma taxa de juros de 1,85 a/m, um aumento que não deve afetar e nem conter o consumo domestico e, nesse ponto infimo tera um efeito minimo; ou seja não deve trazer qualquer mudança na intenção de compra do consumidor brasiliero. Uma comparação entre a pratica do juros antes do aumento pode ser vista no seguinte calculo: Um financiamento da ordem de R$ 10.000,00 em 48 meses [numero de parcelas preferido no financiamento de veículos por exemplo ] á uma taxa de 1.62% a/m, sairia por um valor de R$ 327,00 a parcela, enquanto: agora com a nova pratica á 1,85 a/m o mesmo número de parcelas, com o valor financiado idêntico sairia por um valor de R$ 341,00 a parcela, sendo acrecido o valor de R$ 14,00 por parcela, totalizando um resultado de R$ 582,00 acumulado ao final das parcelas em quatro anos; valor consideravel mas, que não chega a comprometer a intenção de compra quando diluido ou pulverizado entre as parcelas mensais do bem adiquirido, que muitas veses representa soluções bem maiores em relação ao custo beneficio do bem. Importante e, influente mesmo é a garantia do emprego e, a conciência de que as parcelas estão sob medidas e cabem ou se adequam ao orçamento familiar, ou seja o bolso do trabalhador brasileiro pode e deve continuar comprando.

O Comitê de Política Monetária (Copom) que, é quem anuncia os índices da Selic, devem reunirem-se novamente ainda este ano e, certamente interferências desse turbilhão no mercado financeiro internacional deverão trazer novidades dentro de nossa realidade mercadológica e, financeira; vamos esperar que não sejam de todo tão intempestivas quanto as que estamos assistindo agora, quando estamos a beira do fechamento anual e toda cautela com investimentos deve ser muito bem calculado, a final prudência nunca é de mais.

Bom negócios!!

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