CARAMUJO GIGANTE

Um novo morador da cidade de Toledo (PR) foi encontrado nesta manha (16) no meio da rua Santo Ângelo; bairro Jardim Industrial. O molusco, provavelmente o “Caramujo Africano” da espécie Achatina fulica, já estava morto (como se pode ver na foto); dificultando a sua precisa identificação. A cidade atualmente se encontra engajada na luta contra o mosquito da dengue( Aedes Aegypti) e,um novo molusco como este,seria mais uma preocupação, a exemplo de outros estados que tiveram que enfrentar o caramujo gigante,como foi o caso da cidade de Volta Redonda (RJ) esta;teve que criar um serviço telefônico 0800.denominado “Disk Caramujo”para combater a proliferação do Achatina fulica. A espécie está presente em 22 estados no Brasil, inclusive em São Paulo, no litoral de Cananéia a Ubatuba, incluindo Ilha Bela, onde já é séria a praga de hortas. (¹) A vida livre desses moluscos aqui no Brasil também é importante por se tratar de espécie envolvidana transmissão do verme Angiostrongylus cantonensis, comum no pulmão de ratos e capaz de causar no homem uma meningoencefalite, doença que acomete o sistema nervoso central. A Achatina fulica pode hospedar ainda o verme Angiostrongylus costaricensis, agente da angiotrongilíase abdominal, uma doença grave, podendo resultar em óbito por perfuração intestinal, peritonite e hemorragia abdominal. Os sintomas da doença podem ser aparentes como: dor abdominal, febre prolongada, anorexia e vômitos. Exames físicos podem revelar a presença de massa intrabdominal, que pode ser confundida com tumores ou abscessos, os de laboratório acusam leucocitose e eosinofilia. Costuma ocorrer dificuldade de preenchimento e irritação intestinais. Lesões patológicas são encontradas no apêndice e intestino adjacente e em nódulos linfáticos . (UNISANTA ON LINE-CADERNO SAÚDE)

A espécie está presente em 22 estados no Brasil, inclusive em São Paulo, no litoral de 
Cananéia a Ubatuba, incluindo Ilha Bela, onde já é séria a praga de hortas. (¹)
A vida livre desses moluscos aqui no Brasil também é importante por se tratar de espécie 
envolvidana transmissão do verme Angiostrongylus cantonensis, comum no pulmão de ratos e 
capaz de causar no homem uma meningoencefalite, doença que acomete o sistema nervoso central. 
A Achatina fulica pode hospedar ainda o verme Angiostrongylus costaricensis, agente da 
angiotrongilíase abdominal, uma doença grave, podendo resultar em óbito por perfuração 
intestinal, peritonite e hemorragia abdominal. Os sintomas da doença podem ser aparentes como: 
dor abdominal, febre prolongada, anorexia e vômitos. Exames físicos podem revelar a presença de 
massa intrabdominal, que pode ser confundida com tumores ou abscessos, os de laboratório acusam 
leucocitose e eosinofilia. Costuma ocorrer dificuldade de preenchimento e irritação intestinais. 
Lesões patológicas são encontradas no apêndice e intestino adjacente e em nódulos linfáticos . 
(UNISANTA ON LINE-CADERNO SAÚDE)

O caramujo gigante chegou a ser recomendado para criação comercial em artigo da AEASP 
(Mundo Agrícola AESP 1 (3): 24-25 ago. 1999, São Paulo) sem o devido esclarecimento sobre 
provável impacto negativo dessa espécie nos ambientes agrícolas brasileiros. O Banco do Brasil 
também divulgou, através de suas páginas de agrinegócios, texto recomendando enfaticamente a 
criação de Achatina fulica. (¹) 
O Documento “ISSO” enviou esta matéria aos órgãos competentes em caráter de alerta. 
  
  
Toledo, 16 de outubro de 2007 
Documento “ISO” 
Cláudio Goncalvess 
((¹) fonte: http://www.online.unisanta.br/2002/05-11/ciencia-1.htm 16/10 12h37)
(fonte: http://www.online.unisanta.br/2002/05-11/ciencia-1.htm 12h17 de 16 outubro 2007) 

 

 

 

 

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